{"id":3730,"date":"2022-09-20T15:12:49","date_gmt":"2022-09-20T18:12:49","guid":{"rendered":"https:\/\/www.admethics.com\/?p=3730"},"modified":"2022-09-20T15:12:50","modified_gmt":"2022-09-20T18:12:50","slug":"henri-fayol-in-search-of-an-interpretive-key-to-his-ideas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.admethics.com\/br\/henri-fayol-in-search-of-an-interpretive-key-to-his-ideas\/2022\/","title":{"rendered":"Henri Fayol, em busca de uma chave interpretativa para suas ideias"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em seu cl\u00e1ssico livro&nbsp;<em>Administra\u00e7\u00e3o industrial e geral<\/em>, em franc\u00eas&nbsp;<em>Administration industrielle et g\u00e9n\u00e9rale<\/em>, antes de elencar seus famosos catorze \u201cprinc\u00edpios gerais de administra\u00e7\u00e3o\u201d, Henri Fayol chama a aten\u00e7\u00e3o do leitor para o significado que assumiria a palavra&nbsp;<em>princ\u00edpio<\/em>&nbsp;em seu texto. Por\u00e9m, longe de apresentar uma defini\u00e7\u00e3o precisa ou de fornecer qualquer refer\u00eancia \u00e0 fonte em que se baseava, ele apenas advertiu que utilizaria o termo desvinculando-o da \u201cideia de rigidez\u201d (Fayol, 1989, p. 43).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ainda que n\u00e3o tenha apresentado uma defini\u00e7\u00e3o formal, o que de certo modo frustra nossa expectativa acad\u00eamica, a advert\u00eancia de Fayol serviu, pelo menos, para nos alertar quanto ao fato de que seu uso do termo destoava dos significados comuns catalogados em dicion\u00e1rios prevalecentes \u00e0 \u00e9poca. De fato, no dicion\u00e1rio franc\u00eas Larousse &amp; Aug\u00e9 (1898),&nbsp;<em>princ\u00edpio<\/em>&nbsp;aparece como: primeira causa, proposi\u00e7\u00e3o elementar e fundamental, origem, regra moral ou fundamental de conduta, ponto de partida ou causa raiz daquilo que algo \u00e9, venha a ser ou que pode ser conhecido. Ao que parece, foi desses significados que Fayol procurou se distanciar tanto quanto poss\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Soto (2016) foi atento a esse fato, a ponto de concluir que, naquele livro, o que Fayol denominou por princ\u00edpios \u201cno son principios en estricto sentido, sino orientaciones de acci\u00f3n o reglas de comportamiento, quiz\u00e1 imprescindibles para la pr\u00e1ctica administrativa y para la comprensi\u00f3n de la administraci\u00f3n\u201d (p. 113). Esse problema, diz ele, n\u00e3o estaria restrito a Fayol, mas aparece em diversos outros autores (cl\u00e1ssicos) do campo que se valeram do termo em suas abordagens do fen\u00f4meno administrativo. Por isso Soto generaliza: \u201ces posible que la manera que se ha comprendido el t\u00e9rmino principio en la teor\u00eda de la administraci\u00f3n sea v\u00e1lida como una acepci\u00f3n en el lenguaje com\u00fan\u201d (2016, p. 99).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Essa interpreta\u00e7\u00e3o de Soto (2016), contudo, n\u00e3o nos parece de todo correta. Ele acerta quando afirma que a palavra&nbsp;<em>princ\u00edpio<\/em>&nbsp;entrou para o campo cient\u00edfico da administra\u00e7\u00e3o com um significado da \u201clenguaje com\u00fan\u201d. De fato, n\u00e3o se pode prescindir do rigor conceitual em nosso campo. Por\u00e9m, diante do aparato conceitual de que dispunha e do modo como pensava o fen\u00f4meno administrativo \u2013 administra\u00e7\u00e3o como arte \u2013, Fayol nos parece ter agido coerentemente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os princ\u00edpios que o autor franc\u00eas defendeu para a pr\u00e1tica e a teoria da administra\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00e3o \u201corientaciones de acci\u00f3n o reglas de comportamiento\u201d, como sup\u00f5e Soto (2016). Ali\u00e1s, Fayol queria evitar essencialismos ou determinismos que pudessem induzir a uma vis\u00e3o est\u00e1tica do que seja o fen\u00f4meno administrativo em suas diversas formas de manifesta\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica, pois, como disse, \u201cn\u00e3o existe nada r\u00edgido nem absoluto em mat\u00e9ria administrativa\u201d, uma vez que \u201cquase nunca se aplicar\u00e1 o mesmo princ\u00edpio duas vezes em condi\u00e7\u00f5es id\u00eanticas\u201d (1989, p. 43).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ora, uma afirma\u00e7\u00e3o como essa n\u00e3o deixa de causar inc\u00f4modos, em especial se considerarmos que ela foi feita em um cen\u00e1rio em que a rigorismo da&nbsp;<em>administra\u00e7\u00e3o cient\u00edfica<\/em>&nbsp;de Frederick Taylor e seus associados ganhava ampla divulga\u00e7\u00e3o e adeptos. \u00c0 rigidez da ci\u00eancia de Taylor e \u00e0s suas correspondentes no\u00e7\u00f5es de medida e medi\u00e7\u00e3o, Fayol, sem afastar da administra\u00e7\u00e3o sua vincula\u00e7\u00e3o direta com pol\u00edtica e justi\u00e7a, prop\u00f5e a ideia de&nbsp;<em>medida em circunst\u00e2ncia<\/em>: em mat\u00e9ria de administra\u00e7\u00e3o, \u201c\u00e9 necess\u00e1rio ter em conta circunst\u00e2ncias diversas e vari\u00e1veis, homens igualmente vari\u00e1veis e diferentes e muitos outros elementos tamb\u00e9m vari\u00e1veis\u201d (1989, p. 43). Ou seja, o administrador \u00e9 um ser em circunst\u00e2ncias sempre mutantes, circunst\u00e2ncias que exigem dele determinado modo de proceder. Ela n\u00e3o seria, como queria Taylor, uma ci\u00eancia, mas uma \u201carte dif\u00edcil\u201d de ser exercida (1989, 43). Da\u00ed a proposi\u00e7\u00e3o capital de Fayol: em mat\u00e9ria administrativa, \u201ctudo (&#8230;) \u00e9 uma quest\u00e3o de&nbsp;<em>medida<\/em>\u201d (1989, p. 43). O destaque \u00e0 palavra&nbsp;<em>medida<\/em>, \u201cmesure\u201d em franc\u00eas, foi dado por ele no original (1917, p. 25).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Essa passagem tem sido, no mais das vezes, ignorada em nosso meio acad\u00eamico, fato que tem feito com que as ideias do engenheiro franc\u00eas tenham recebido um peso bem menor do que merecem. O uso do termo&nbsp;<em>medida<\/em>&nbsp;em seu livro n\u00e3o foi fortuito. Aparece ao longo do texto em mais de quatro dezenas de vezes, em sua grande maioria com um significado predominante, mas ainda n\u00e3o devidamente explorado pelos estudiosos de sua obra. A chave interpretativa que aqui apresento, de maneira preliminar ainda, \u00e9 a de que o termo deve ser visto em alinhamento com o pensamento cl\u00e1ssico de justa-medida ou justo-meio. Dizendo de outra forma: em Fayol, a a\u00e7\u00e3o administrativa seria uma esp\u00e9cie de a\u00e7\u00e3o segundo a mediedade que as circunst\u00e2ncias e os fins acordados exigem, ou seja, \u00e9 um tipo de a\u00e7\u00e3o proporcional. Sen\u00e3o, vejamos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ap\u00f3s afirmar que tudo em mat\u00e9ria administrativa \u00e9 uma \u201cquest\u00e3o de medida\u201d, Fayol complementa esse ponto fulcral da seguinte maneira:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201c(&#8230;) tais princ\u00edpios ser\u00e3o, pois, male\u00e1veis e suscet\u00edveis de adaptar-se a todas as necessidades. A quest\u00e3o consiste em saber servir-se deles; essa \u00e9 uma arte dif\u00edcil que exige intelig\u00eancia, experi\u00eancia, decis\u00e3o e comedimento\u201d (1989, p. 43).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O leitor, por\u00e9m, h\u00e1 de perguntar: como assim? Onde \u00e9 que ele refor\u00e7a esse ponto fulcral a que voc\u00ea se refere? Onde est\u00e1 a \u201cmedida\u201d? Respondo: o problema est\u00e1 na tradu\u00e7\u00e3o. No original, l\u00ea-se:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cAussi les principes sont-ils souples et susceptibles de s\u2019adapter \u00e0 tous les besoins. Il s\u2019agit de savoir s\u2019en servir. C\u2019est un art difficile qui exige de l\u2019intelligence, de l\u2019exp\u00e9rience, de la d\u00e9cision et de la&nbsp;<strong>mesure<\/strong>.\u201d (Fayol, 1917, p. 25) (grifos em negrito meus)&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como se pode verificar, os tradutores do livro do franc\u00eas para o portugu\u00eas optaram, nessa passagem e em outras, por substituir a palavra&nbsp;<em>medida<\/em>&nbsp;por \u201ccomedimento\u201d, termo que \u00e9, de fato, um dos poss\u00edveis sin\u00f4nimos utilizados para&nbsp;<em>medida<\/em>. A rigor, n\u00e3o h\u00e1 erro em assim se proceder. Contudo, \u201ccomedimento\u201d retira n\u00e3o somente todo o vigor do significado que a palavra&nbsp;<em>medida<\/em>&nbsp;possui, mas tamb\u00e9m a afasta de uma das principais tradi\u00e7\u00f5es do pensamento ocidental que enveredaram por especular sobre as artes \u201cque se referem \u00e0 justa medida, a tudo aquilo que \u00e9 conveniente, oportuno e devido, a tudo que conserva o meio entre dois extremos\u201d e que \u201cse aplica a todas as coisas que se transformam\u201d, conforme defendeu Plat\u00e3o em seu&nbsp;<em>Pol\u00edtica<\/em>&nbsp;(passagens 284d-285c).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em outra passagem, a op\u00e7\u00e3o dos tradutores foi por \u201cavalia\u00e7\u00e3o das coisas\u201d, como na seguinte:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cA exata&nbsp;<strong>avalia\u00e7\u00e3o<\/strong>&nbsp;<strong>das coisas<\/strong>, fruto do tato e da experi\u00eancia, \u00e9 uma das principais qualidades do administrador\u201d (1989, p. 43) (grifos em negrito meus).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em franc\u00eas, temos:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cFaite de tact et d\u2019exp\u00e9rience, la&nbsp;<strong><em>mesure<\/em><\/strong>&nbsp;est l\u2019une des principales qualit\u00e9s de l\u2019administrateur.\u201d&nbsp;(1917, p. 25) (grifos em negrito meus)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao longo de todo o texto traduzido, por exemplo, encontraremos&nbsp;<em>medida<\/em>&nbsp;como:&nbsp;<strong>senso de medida<\/strong>, quando o autor trata do princ\u00edpio da divis\u00e3o do trabalho (p. 45);&nbsp;<strong>medida<\/strong>, quando aborda a atribui\u00e7\u00e3o de responsabilidade durante a exposi\u00e7\u00e3o do princ\u00edpio da autoridade (p. 45);&nbsp;<strong>grau<\/strong>, quando trata do problema \u201ccentralizar&nbsp;<em>versus<\/em>&nbsp;descentralizar\u201d no princ\u00edpio da centraliza\u00e7\u00e3o (p. 57);&nbsp;<strong>propor\u00e7\u00e3o<\/strong>, quando procura definir as qualidades (inclusive qualidades morais) e os conhecimentos desej\u00e1veis em um \u201cgrande chefe\u201d (p. 99). Essa diversidade de sin\u00f4nimos distraem o leitor, retirando-o de uma linha interpretativa que confira sentido \u00e0s reais preocupa\u00e7\u00f5es do autor. Creio que visualizar suas ideias \u00e0 luz da no\u00e7\u00e3o de justo-meio ou justa-medida revigora, em nossos dias, as reflex\u00f5es sobre a pr\u00e1tica administrativa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para o autor, \u201ca&nbsp;<em>iniciativa<\/em>, a&nbsp;<em>energia<\/em>, a&nbsp;<strong>medida<\/strong>, a&nbsp;<em>coragem das responsabilidades<\/em>, o&nbsp;<em>sentimento de dever<\/em>&nbsp;etc. s\u00e3o tamb\u00e9m qualidades morais que d\u00e3o grande valor aos agentes superiores da ind\u00fastria\u201d, isto \u00e9, aos administradores (1989, p. 107) (grifos em negrito meus). Diante dessa considera\u00e7\u00e3o, n\u00e3o cometer\u00edamos exageros se, dando mais um passo dentro da vertente da justa medida, aproxim\u00e1ssemos a proposi\u00e7\u00e3o de Fayol da no\u00e7\u00e3o de&nbsp;<em>phron\u00easis<\/em>, de Arist\u00f3teles. Os tradutores n\u00e3o deixam de ter em considera\u00e7\u00e3o essa aproxima\u00e7\u00e3o quando traduziram \u201cmedida\u201d por \u201ccomedimento\u201d. Melhor seria se tivessem usado a palavra \u201cprud\u00eancia\u201d. Por\u00e9m, como acertadamente disse Paul Ricouer, dificuldades, ren\u00fancias e resist\u00eancias s\u00e3o inerentes \u00e0 atividade de traduzir, causando no tradutor uma esp\u00e9cie de luto, e \u201c\u00e9 esse luto da tradu\u00e7\u00e3o absoluta que faz a felicidade de traduzir\u201d (2011, p. 29).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para finalizar, \u00e9 importante deixar bem registrado: a aproxima\u00e7\u00e3o de Fayol \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o da \u201cjusta-medida\u201d \u00e9, aqui, ainda especula\u00e7\u00e3o, mas especula\u00e7\u00e3o frut\u00edfera. Ela parte da ideia primeira de que o esclarecimento do significado do termo nos textos do autor tem sido ignorado pela imensa maioria dos estudiosos e, por conseguinte, n\u00e3o tem alcan\u00e7ado os bancos universit\u00e1rios. \u00c9 chegada a hora, por\u00e9m, de coloc\u00e1-la abertamente, ainda que seja em car\u00e1ter introdut\u00f3rio, como aqui faremos. Para Fayol, administrar \u00e9, acima de tudo, uma quest\u00e3o de&nbsp;<strong>medida<\/strong>, e n\u00e3o de medi\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">REFER\u00caNCIAS<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Larousse, P.; Aug\u00e9, C. (ed.). (1898).&nbsp;<strong>Nouveau Larousse illustr\u00e9<\/strong>: dictionnaire universel encyclop\u00e9dique.&nbsp;&nbsp;Vol. 07. Obtido de: https:\/\/archive.org\/details\/nouveaularoussei07laro\/page\/32\/mode\/2up<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Soto, L.A.C. Una revisi\u00f3n a los principios de la administraci\u00f3n de Henri Fayol desde el concepto de principio.&nbsp;<em>In<\/em>.: Soto, L.A.C.; B\u00e1lcazar, \u00c1.P.G. (2016).&nbsp;<strong>Marcos de an\u00e1lisis te\u00f3ricos de la realidad administrativa<\/strong>. M\u00e9xico: UNAM. p. 97-114.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Fayol, H. (1917).&nbsp;<strong>Administration industrielle et G\u00e9n\u00e9rale<\/strong>. Paris: H. Dunod et E. Pinat, Editeurs.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Fayol, H. (1989).&nbsp;<strong>Administra\u00e7\u00e3o industrial e geral<\/strong>. Tradu\u00e7\u00e3o de Irene de Bojano e M\u00e1rio de Souza. 10. Ed. S\u00e3o paulo: Atlas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em seu cl\u00e1ssico livro&nbsp;Administra\u00e7\u00e3o industrial e geral, em franc\u00eas&nbsp;Administration industrielle et g\u00e9n\u00e9rale, antes de elencar seus famosos catorze \u201cprinc\u00edpios gerais de administra\u00e7\u00e3o\u201d, Henri Fayol chama a aten\u00e7\u00e3o do leitor para o significado que assumiria a palavra&nbsp;princ\u00edpio&nbsp;em seu texto. Por\u00e9m, longe de apresentar uma defini\u00e7\u00e3o precisa ou de fornecer qualquer refer\u00eancia \u00e0 fonte em que se [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":21,"featured_media":3732,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[388,528],"class_list":["post-3730","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-articles","tag-administracao","tag-fayol"],"translation":{"provider":"WPGlobus","version":"3.0.2","language":"br","enabled_languages":["en","br"],"languages":{"en":{"title":true,"content":true,"excerpt":false},"br":{"title":true,"content":true,"excerpt":false}}},"blog_post_layout_featured_media_urls":{"thumbnail":["https:\/\/www.admethics.com\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Post-prof-Ariston-blog-20.09-150x150.png",150,150,true],"full":["https:\/\/www.admethics.com\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Post-prof-Ariston-blog-20.09.png",1920,1080,false]},"categories_names":{"3":{"name":"Articles","link":"https:\/\/www.admethics.com\/br\/category\/articles\/"}},"tags_names":{"388":{"name":"administra\u00e7\u00e3o","link":"https:\/\/www.admethics.com\/br\/tag\/administracao\/"},"528":{"name":"Fayol","link":"https:\/\/www.admethics.com\/br\/tag\/fayol\/"}},"comments_number":"0","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.admethics.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3730","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.admethics.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.admethics.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.admethics.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/21"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.admethics.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3730"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.admethics.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3730\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3733,"href":"https:\/\/www.admethics.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3730\/revisions\/3733"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.admethics.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3732"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.admethics.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3730"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.admethics.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3730"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.admethics.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3730"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}