{"id":1847,"date":"2019-12-01T16:46:22","date_gmt":"2019-12-01T19:46:22","guid":{"rendered":"https:\/\/www.admethics.com\/?p=1847"},"modified":"2021-02-23T20:20:48","modified_gmt":"2021-02-23T23:20:48","slug":"how-to-interpret-the-results-of-a-personality-test","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.admethics.com\/br\/how-to-interpret-the-results-of-a-personality-test\/2019\/","title":{"rendered":"Como interpretar os resultados de um question\u00e1rio de personalidade?"},"content":{"rendered":"\n<p>Interpretar os resultados de um question\u00e1rio de personalidade pode ser uma tarefa confusa, dif\u00edcil e at\u00e9 inc\u00f4moda. Considerando essa problem\u00e1tica, o presente texto busca reduzir os obst\u00e1culos encontrados na interpreta\u00e7\u00e3o dessas informa\u00e7\u00f5es por meio de explica\u00e7\u00f5es simplificadas. Ressalta-se que a an\u00e1lise feita nesse texto utiliza especificamente no question\u00e1rio <em>Big Five Aspect Scale<\/em> (BFAS), que mede os fatores \u2013 tra\u00e7os amplos \u2013 e aspectos \u2013 tra\u00e7os espec\u00edficos \u2013 da personalidade, baseando-se no modelo dos Cinco Grandes Fatores (CGF) \u2013 conhecido internacionalmente como <em>Big Five<\/em> (DEYOUNG; QUILTY; PETERSON, 2007).<\/p>\n\n\n\n<p>Ressalta-se, primeiramente, que esse texto foi realizado para complementar uma pesquisa que est\u00e1 sendo desenvolvida dentro do grupo <em>AdmEthics<\/em>. Essa pesquisa busca identificar os tra\u00e7os de car\u00e1ter, baseando-se nos resultados de Cohen e Morse (2014), para auxiliar o ensino da \u00c9tica em Institui\u00e7\u00f5es de Ensino Superior. Na coleta de dados desse estudo, aplicou-se o question\u00e1rio BFAS em uma amostra de estudantes. Por\u00e9m, para que esses participantes possam obter retornos e benef\u00edcios com a pesquisa, elaborou-se esse texto. Portanto,<strong> o objetivo principal do texto \u00e9 auxiliar na interpreta\u00e7\u00e3o dos resultados individuais do teste de personalidade aplicado nessa amostra.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O conte\u00fado apresentado aqui complementa as explica\u00e7\u00f5es do texto \u201c<a href=\"https:\/\/www.admethics.com\/br\/a-guide-to-understanding-personality-an-introduction-to-moral-character\/\">Um guia para o entendimento da personalidade: uma introdu\u00e7\u00e3o ao Car\u00e1ter Moral<\/a>\u201d. Portanto, torna-se imprescind\u00edvel realizar previamente a sua leitura. Dentro da perspectiva apresentada, observa-se os tra\u00e7os de personalidade como uma estrutura preditora de sentimentos, pensamentos e comportamentos, ativados ou inibidos pela intera\u00e7\u00e3o entre pessoa e situa\u00e7\u00e3o (JOHN; NAUMANN; SOTO, 2008). \u00c9, na realidade, uma forma de observar agrupamentos de tend\u00eancias que auxiliam no entendimento do ser humano. O modelo de personalidade mais estabelecido entre os pesquisadores \u00e9 o <em>Big Five<\/em>, que a organiza em cinco tra\u00e7os abrangentes (ou fatores): Extrovers\u00e3o, Amabilidade, Neuroticismo, Conscienciosidade e Abertura \u00e0 Experi\u00eancia (JOHN; SRIVASTAVA, 1999). A partir desse modelo, foram desenvolvidos os aspectos da personalidade, que medem duas faces de cada fator apresentado (DEYOUNG; QUILTY; PETERSON, 2007).<\/p>\n\n\n\n<p>Para medir os fatores e aspectos da personalidade, utiliza-se o question\u00e1rio <em>Big Five Aspect Scale<\/em> (BFAS). Estruturado em 100 itens de autoavalia\u00e7\u00e3o, o teste organiza 20 itens para cada fator, e esses s\u00e3o divididos em 10 para cada aspecto da personalidade. Os itens s\u00e3o respondidos de acordo com a concord\u00e2ncia, em uma escala <em>Likert<\/em> que varia de 1 a 5. Ou seja, o respondente avalia o quanto cada item o representa. Os resultados do question\u00e1rio s\u00e3o obtidos por meio do somat\u00f3rio da concord\u00e2ncia com cada fator e com seus respectivos aspectos. Assim, a pontua\u00e7\u00e3o dos fatores varia de 20 a 100 e a pontua\u00e7\u00e3o de cada aspecto varia de 10 a 50.<\/p>\n\n\n\n<p>Para auxiliar a interpreta\u00e7\u00e3o dos resultados do BFAS, esse texto ser\u00e1 estruturado com base nas principais d\u00favidas que precisam ser respondidas para o entendimento do question\u00e1rio. Ressalta-se que a inten\u00e7\u00e3o desse texto \u00e9 apenas facilitar a compreens\u00e3o dos indiv\u00edduos que responderam ao BFAS.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u201cObtive maior pontua\u00e7\u00e3o em um dos tra\u00e7os, isso quer dizer que ele me representa por completo?\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Um tra\u00e7o n\u00e3o exclui o outro, portanto, n\u00e3o s\u00e3o excludentes, mas sim complementares. Por exemplo, se o respondente obteve a pontua\u00e7\u00e3o mais alta em Extrovers\u00e3o, esse fator, sozinho, n\u00e3o representa a sua personalidade, mas sim sua combina\u00e7\u00e3o com os outros quatro fatores. O mesmo acontece com os aspectos da personalidade. Portanto, o indiv\u00edduo avaliado dever\u00e1 observar a combina\u00e7\u00e3o das pontua\u00e7\u00f5es nos cinco fatores e dez aspectos da personalidade, para obter o retrato da sua personalidade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u201cO que significa uma pontua\u00e7\u00e3o alta, baixa e m\u00e9dia?\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A partir do entendimento sobre como observar os tra\u00e7os de personalidade, torna-se necess\u00e1ria a interpreta\u00e7\u00e3o da pontua\u00e7\u00e3o. O question\u00e1rio mede o quanto cada tra\u00e7o representa a personalidade do respondente, portanto, uma pontua\u00e7\u00e3o alta deve ser interpretada como uma associa\u00e7\u00e3o positiva entre o tra\u00e7o \u2013 fator ou aspecto \u2013 e as caracter\u00edsticas pessoais do indiv\u00edduo. Ao mesmo passo, uma pontua\u00e7\u00e3o baixa descreve uma associa\u00e7\u00e3o negativa, ou seja, o contraste do tra\u00e7o. Por exemplo, se o indiv\u00edduo pontua muito em Extrovers\u00e3o, possui tend\u00eancia \u00e0s caracter\u00edsticas extrovertidas, enquanto uma pontua\u00e7\u00e3o baixa indica caracter\u00edsticas introvertidas (o contraste).<\/p>\n\n\n\n<p>Quando h\u00e1 uma pontua\u00e7\u00e3o mediana, \u00e9 poss\u00edvel interpretar que o indiv\u00edduo possui o tra\u00e7o, mas que n\u00e3o existem tend\u00eancias fortes e determinantes. Em um caso hipot\u00e9tico, se um indiv\u00edduo pontuar 50 no fator Extrovers\u00e3o (pontua\u00e7\u00e3o mediana), avalia-se que esse tra\u00e7o n\u00e3o o representa muito. Por\u00e9m, ao analisar o n\u00edvel dos aspectos da personalidade, esse indiv\u00edduo pode ter pontuado 50 em Entusiasmo e 0 em Assertividade \u2013 aspectos da Extrovers\u00e3o. Nesse caso, ambos os aspectos revelam informa\u00e7\u00f5es importantes para compreender a pontua\u00e7\u00e3o no fator Extrovers\u00e3o. Portanto, como os resultados dos fatores da personalidade s\u00e3o complementados pelos resultados dos aspectos, recomenda-se que o respondente observe ambos, para obter a informa\u00e7\u00e3o completa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u201cMinha pontua\u00e7\u00e3o \u00e9 alta, baixa ou m\u00e9dia em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 que?\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para que essas pontua\u00e7\u00f5es fa\u00e7am sentido, os pesquisadores recomendam que o resultado individual seja apresentado em compara\u00e7\u00e3o com a distribui\u00e7\u00e3o de respectiva amostra (PIEDMONT, 2013). Isso \u00e9 feito para que exista uma refer\u00eancia representativa para avaliar a propor\u00e7\u00e3o do resultado. Por isso, normalmente o respondente observa sua pontua\u00e7\u00e3o por meio dos percentis, que indicam onde ele se localiza na distribui\u00e7\u00e3o. Um exemplo de resultado seria: \u201csua pontua\u00e7\u00e3o coloca voc\u00ea no 95\u00b0 percentil de Extrovers\u00e3o, ou seja, entre 100 pessoas em uma sala, voc\u00ea seria mais extrovertido do que 95 delas, e menos extrovertido do que 4\u201d. Por\u00e9m, essa compara\u00e7\u00e3o depende da natureza da amostra que est\u00e1 sendo comparada com o resultado do indiv\u00edduo. Se a amostra for probabil\u00edstica (aleat\u00f3ria) e representativa, essa compara\u00e7\u00e3o pode ser generalizada. Em uma amostra espec\u00edfica, a compara\u00e7\u00e3o serve apenas para a popula\u00e7\u00e3o-alvo (BARBETTA, 2014).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u201cEsse teste vai mostrar se sou uma pessoa ruim? Ser\u00e1 poss\u00edvel classificar em qualidades meus colegas ou a mim mesmo?\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O resultado do teste apenas apresenta os tra\u00e7os de personalidade que retratam as suas tend\u00eancias \u00e0 sentimentos, pensamentos e comportamento. N\u00e3o existe, dentre os resultados, bases para avaliar a qualidade de uma personalidade de maneira geral. Portanto, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel afirmar que o participante possui uma personalidade ruim, ou uma personalidade pior do que a de seus colegas. Recomenda-se que o respondente n\u00e3o interprete o resultado de modo punitivo ou julgador com rela\u00e7\u00e3o a si mesmo, mas que encare as pontua\u00e7\u00f5es como oportunidades de melhora, de acordo com os seus pr\u00f3prios objetivos pessoais.<\/p>\n\n\n\n<p>Um exemplo disso \u00e9 o fator Neuroticismo, que representa a instabilidade emocional. Normalmente, tende-se a interpretar uma pontua\u00e7\u00e3o alta como algo negativo, um defeito pessoal. Por\u00e9m, esse resultado expressa uma ampla gama de tend\u00eancias \u00e0s emo\u00e7\u00f5es negativas, que possuem origens m\u00faltiplas e complexas. Por isso, torna-se imprecisa uma interpreta\u00e7\u00e3o estritamente negativa desse fator da personalidade. Buscando a precis\u00e3o, o alto Neuroticismo pode ser interpretado como uma oportunidade para refletir sobre sua instabilidade emocional. Recomenda-se que sejam feitos questionamentos acerca das poss\u00edveis causas das emo\u00e7\u00f5es negativas, suas poss\u00edveis manifesta\u00e7\u00f5es e efeitos nos seus objetivos pessoais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u201cOs resultados desse teste, na pr\u00e1tica, servem para algo?\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os tra\u00e7os de personalidade s\u00e3o importantes porque influenciam na maneira na qual os indiv\u00edduos interagem com ambientes espec\u00edficos. Com base nisso, utiliza-se muito os testes de personalidade no campo das pesquisas sociais. Diversos autores realizaram estudos para identificar quais os tra\u00e7os que tendem a predizer comportamentos saud\u00e1veis, transtornos, bons relacionamentos, resultados acad\u00eamicos e desempenho no trabalho (JOHN; NAUMANN; SOTO, 2008). Um exemplo de benef\u00edcios gerados por essas pesquisas foi a identifica\u00e7\u00e3o de tra\u00e7os que podem se associar a transtornos em crian\u00e7as e adolescentes. Esses tra\u00e7os ajudam a encontrar aqueles que est\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de risco, para desenvolver interven\u00e7\u00f5es apropriadas (JOHN et al., 1994).<\/p>\n\n\n\n<p>Para o indiv\u00edduo que realizou o teste, os resultados podem fornecer uma oportunidade de autoconhecimento. A partir da an\u00e1lise simplificada e ampla dos seus pr\u00f3prios tra\u00e7os, o respondente poder\u00e1 alinh\u00e1-los aos seus objetivos pessoais. Por exemplo, se o indiv\u00edduo tem interesse em trabalhar em diversos tipos de organiza\u00e7\u00f5es formais, de acordo com o estudo de Barrick e Mount (1994), o fator Conscienciosidade deveria ser estimulado. Nessa mesma pesquisa \u00e9 poss\u00edvel observar os tra\u00e7os que tendem a predizer boa performance em diversas \u00e1reas de trabalho. Esse tipo de avalia\u00e7\u00e3o pode ajudar o indiv\u00edduo a perceber quais os tra\u00e7os de personalidade que mais produzem sucesso, dados seus objetivos, para que seja poss\u00edvel estimul\u00e1-los.<\/p>\n\n\n\n<p>Ressalta-se que a discuss\u00e3o sobre benef\u00edcios dos testes de personalidade para o respondente \u00e9 complexa e extensa. Portanto, no presente texto, esse tema n\u00e3o ser\u00e1 aprofundado. Cita-se, somente, que existem oportunidades de utiliza\u00e7\u00e3o no n\u00edvel do indiv\u00edduo, e que o principal benef\u00edcio \u00e9 o autoconhecimento.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Considera\u00e7\u00f5es Finais<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Esse texto buscou responder aos principais questionamentos que podem surgir na interpreta\u00e7\u00e3o dos resultados do teste de personalidade <em>Big Five Aspect Scale<\/em> (BFAS). Ressalta-se que existem limita\u00e7\u00f5es nessas explica\u00e7\u00f5es, j\u00e1 que elas n\u00e3o foram aprofundadas. Por\u00e9m, todas baseiam-se em trabalhos cient\u00edficos do campo da personalidade (expostos nas refer\u00eancias). Recomenda-se, para aprofundar a an\u00e1lise sobre o <em>Big Five<\/em>, o trabalho de John, Naumann e Soto (2008). Sugere-se tamb\u00e9m o artigo de Passos e Laros (2014), para observar o contexto atual das pesquisas brasileiras acerca do tema.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma outra recomenda\u00e7\u00e3o de estudo \u00e9 o rec\u00e9m lan\u00e7ado curso \u201c<a href=\"https:\/\/courses.jordanbpeterson.com\/personality\">Discovering Personality<\/a>\u201d, do professor Jordan B. Peterson, que trata especificamente desse assunto. Especialista na \u00e1rea, Peterson possui muitas publica\u00e7\u00f5es sobre o estudo da personalidade. Portanto, para aqueles que desejam se aprofundar de forma did\u00e1tica, com qualidade, sugere-se a compra do curso.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>BARBETTA, P. A. <strong>Estat\u00edstica Aplicada \u00e0s Ci\u00eancias Sociais<\/strong>. Ed. da UFSC, 9 ed. Florian\u00f3polis, 2014.<\/p>\n\n\n\n<p>BARRICK, M. R.; MOUNT, M. K. The big five personality dimensions and job performance: a meta\u2010analysis. <strong>Personnel psychology<\/strong>, v. 44, n. 1, p. 1-26, 1991.<\/p>\n\n\n\n<p>COHEN, T. R.; MORSE, L. Moral character: What it is and what it does. <strong>Research in organizational behavior<\/strong>, v. 34, p. 43-61, 2014.<\/p>\n\n\n\n<p>DEYOUNG, C. G.; QUILTY, L. C.; PETERSON, J. B. Between facets and domains: 10 aspects of the Big Five. <strong>Journal of personality and social psychology<\/strong>, v. 93, n. 5, p. 880, 2007.<\/p>\n\n\n\n<p>JOHN, O. P. et al. The \u201clittle five\u201d: Exploring the nomological network of the five\u2010factor model of personality in adolescent boys. <strong>Child development<\/strong>, v. 65, n. 1, p. 160-178, 1994.<\/p>\n\n\n\n<p>JOHN, O. P.; NAUMANN, Laura P.; SOTO, Christopher J. Paradigm shift to the integrative big five trait taxonomy. <strong>Handbook of personality: Theory and research<\/strong>, v. 3, n. 2, p. 114-158, 2008.<\/p>\n\n\n\n<p>JOHN, O. P.; SRIVASTAVA, S. The Big Five trait taxonomy: History, measurement, and theoretical perspectives. <strong>Handbook of personality: Theory and research<\/strong>, v. 2, n. 1999, p. 102-138, 1999.<\/p>\n\n\n\n<p>PASSOS, M. F.; LAROS, J. A.. O modelo dos cinco grandes fatores de personalidade: Revis\u00e3o de literatura. <strong>CEP<\/strong>, v. 70910, p. 900, 2014.<\/p>\n\n\n\n<p>PIEDMONT, R. L. <strong>The revised NEO Personality Inventory: Clinical and research applications<\/strong>. Springer Science &amp; Business Media, 2013.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Interpretar os resultados de um question\u00e1rio de personalidade pode ser uma tarefa confusa, dif\u00edcil e at\u00e9 inc\u00f4moda. 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